Sem acordo, vigilantes da Bahia continuam em greve

Após 4h de conversação, terminou sem acordo a reunião entre o Sindicato dos Vigilantes e o Sindesp (Segurança Privada do Estado da Bahia), realizada nesta terça-feira, 30, na Superintendência Regional do Trabalho (SRT-BA).

A próxima rodada de negociação, que teve início em fevereiro deste ano, está marcada para a tarde desta quinta-feira, 1°, no Ministério Público do Trabalho (MPT), e até a data, a categoria continua em greve, decretada desde o dia 24 de maio.

O sindicato patronal é acusado  pelo Sindicato dos Vigilantes de intransigência e de tentar alterar um Termo de Ajustamento e Conduta (TAC) assinado com a categoria em 2012, para prorrogar a jornada de 12h de trabalho.

A categoria reivindica reajuste no tíquete alimentação, aumento de 7%, com piso salarial passando de R$ 1.002 para R$ 1.500, além de cota de 30% para mulheres em todos os cargos, mas dizem que os patrões ofereceram apenas 1% de aumento.

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