Para evitar falência, lendária fábrica de guitarras Gibson apresenta novo plano comercial

A famosa fabricante norte-americana de guitarras Gibson declarou falência nesta terça-feira (1º). Uma das mais lendárias marcas do instrumento, a Gibson apresentou um plano de continuidade comercial, aceito pela maioria de seus credores. As informações são do site hojeemdia.com.br.

Em fevereiro deste ano, o “Nashville Post”, jornal da cidade que sedia a fábrica da Gibson Brands, afirmou que a empresa tem uma dívida de títulos na casa dos 375 milhões de dólares, a vencer em agosto deste ano.

O plano de continuidade prevê um acordo de reestruturação com os detentores de 69% dos títulos. Feito isso, a marca receberá um crédito de US$ 135 milhões e voltará a se concentrar em instrumentos musicais e sistemas profissionais de sonorização.

De acordo com o CEO da Gibson Brands, Henry Juszkiewicz, “o processo será praticamente invisível para os clientes, que continuarão a se beneficiar de um produto e de um atendimento ao cliente inigualáveis”.

A guitarra na atualidade 

No dia 26 de fevereiro, em meio à polêmica da crise financeira da Gibson, o Almanaque publicou uma reportagem sobre o papel da guitarra na música pop contemporânea, que ouviu guitarristas mineiros como John Ulhoa (Pato Fu), Leo Marques (Transmissor) e Affonsinho.

“Guitarras estão virando parte de um segmento menor, de uma cultura vintage. Nesse sentido, a Gibson ainda tem muita força, é dona de alguns dos designs mais desejados”, disse John Ulhoa sobre a marca cultuada por entusiastas icônicos como B.B. King, Jimi Hendrix, Slash, Bob Marley, Eric Clapton e Jimmy Page.

 

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