Prefeitura de Itabuna faz “serviço de porco” e transfere problema das baronesas para Ilhéus

A expressão “serviço de porco” é característica quando uma ação ou postura não é feita com maestria ou de maneira adequada, deixando a desejar o serviço executado e pode gerar consequências, algumas delas graves.

Chegou a redação do Ilhéus em Pauta imagens de internautas sobre uma execução de serviço de remoção de baronesas, que são comuns quando o Rio Cachoeira que corta a cidade está em período de cheia.

Mas ao invés de tomar a atitude adequada e descartar essas baronesas em um aterro sanitário, triturar ou incinerar, a Prefeitura de Itabuna, teve uma atitude  de empurrar por debaixo da Ponte do Marabá, forçando as baronesa a seguirem pelo rio que deságua em  Ilhéus, cidade a menos de 40 quilômetros de onde o rio deságua para o Oceano Atlântico.

Serviço de porco o que a @prefeituradeitabuna está fazendo, e nossas Praias em pleno dezembro estará mais uma vez sujas, é aí prefeito Mário Alexandre não vai tomar nenhuma providência? Meus amigos vereadores de ilhéus vão ver esse vídeo e ficar calados @jerbson_moraes @paivalukas , fico muito triste em ver isso, é depois nós é que saímos com a fama de sujos!!! #ilheus #prefeituradeilhéus

Posted by Tercio Magrão Bjj Arruda on Tuesday, December 4, 2018

Como se já não bastasse querer  incorporar territórios pertencentes a Ilhéus ao seu município recentemente (veja a matéria aqui) e o governo Ilheense demorar mais de 15 dias para se manifestar (veja nota de esclarecimento aqui) , a exceção do vice -prefeito José Nazal, que pelos meios de impressa locais, se manifestou antes , eles  não se fizeram de rogados: fazem isso à luz do dia e de maneira explícita, sob os olhares de curiosos.

Reprodução: Facebook

Até quando a cidade de Ilhéus vai se sujeitar a ser esgoto das cidades banhadas pelos Rios Cachoeira, Almada e seus afluentes, e qual o papel das Secretarias de Meio Ambiente municipal e estadual sobre o fato? Uma das possíveis alternativas seria uma ação conjunta dos municípios para que esse problema fosse resolvido, afinal, é um problema comum as duas cidades, mas não há relatos a respeito, e não ser a medida paliativa  que a cidade grapiúna tomou. Até o fechamento dessa matéria,  o Ilhéus em Pauta não conseguiu apurar o que a Prefeitura de Ilhéus fará a respeito disso, nem dos 19 vereadores eleitos, nem um posicionamento para explicar o porque dessa medida tomada, nesse caso, pela Prefeitura de Itabuna.

*Créditos: Facebook / Tércio Arruda

 

Mário Cardoso

44 anos, Graduando em Letras pela Universidade Estácio de Sá, colaborador deste site, administrador dos grupos Ilhéus Empregos e Classificados Ilhéus X Itabuna no Facebook.

6 comentários em “Prefeitura de Itabuna faz “serviço de porco” e transfere problema das baronesas para Ilhéus

  • dezembro 5, 2018 em 8:50 am
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    aguardem mais tempeiros verdes para voceis ok

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  • dezembro 5, 2018 em 9:55 am
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    O problema de fácil solução e de baixo custo, basta os municípios envolvidos querer:
    A solução passa basicamente pela execução de ações preventivas para evitar o acúmulo excessivo de baronesa nos leitos dos rios.
    O trabalho seria realizado três vezes ao ano em meses pré determinados, realizando a última intervenção sempre no mês de outubro.
    Retirado o excesso, acabaria o acúmulo no período de chuvas intensas e minimizaria o risco de desabemento de pontes, interrupção de vias
    bem como evitaria prejuízos a Indústria do turismo no litoral de Ilhéus e região. Evitaria também algumas doenças .

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  • dezembro 5, 2018 em 10:55 am
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    De fato é mesmo uma vergonha. Nao ter pessoas competente para resolver o problema com eficiencia.

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  • dezembro 5, 2018 em 4:14 pm
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    Itabuna nao gerou as baronesas, por que Ilhéus nao esperou as baronesas antes drlas chegarem a cidade?

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  • dezembro 5, 2018 em 7:55 pm
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    Esse é o curso natural do rio e consequentemente das baronesas tb. Só lembram que a foz do Cachoeira é em Ilhéus nessas épocas de cheia, há muito tempo já deveriam ter pensado e posto em prática um projeto de revitalização da bacia do rio Cachoeira, ele não pertence apenas a Itabuna.

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  • dezembro 6, 2018 em 12:54 am
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    Eu quero só saber de uma coisa, a vizinha cidade de Ilhéus não tem departamento jurídico não?
    Isso que estamos testemunhando a mando do Fernando Cuma é um flagrante crime ambiental e é necessário que esse inepto departamento jurídico de Ilhéus faça o seu papel e processe o prefeito de Itabuna. O Ministério Público localizado nas dependências da UESC é especializado em Meio Ambiente, esse pessoal aí é muito abestalhado que não sabe procurar os direitos da cidade de Ilhéus com fulcro nas leis ambientais e representar o Fernando Cuma com o devido processo legal. Essa cidade aí não tem advogado não? Cadê a OAB? Gente burra, lesa, tapada, nunca vi uma cisa dessas.

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